Pontal de Maceió/CE (o paraíso é aqui!)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Campina Grande/PB












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'Olha pro céu, meu amor. Vê como ele está lindo' (Luiz Gonzaga)

Meus amigos vocês não podem imaginar como Campina Grande é tão bela e não podemos deixar de comentar a festa maravilhosa que é o Maior São João do Mundo..!!! Estive lá esse ano e pude conferir que animação..(Déa-Mana/Bito-Mano e Vivi-cunhada)!!!!

História do Maior São João do Mundo
O São João é uma manifestação artística que se tornou patrimônio da comunidade campinense e do País. É um evento que faz parte do calendário turístico da EMBRATUR, apontado pelo órgão como A MAIOR FESTA POPULAR DO NORDESTE e uma das mais importantes do País.

Campina Grande, a maior cidade do interior do Nordeste realiza “O MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO” desde 1983, mantendo viva a cultura popular nordestina rica em crenças, danças e músicas.


Maior em tudo o que faz, a cidade festeja durante 31 dias numa área de mais de 80 mil metros quadrados, entre 4 planos distintos um autêntico evento junino. A festa abriga o Arraial Luiz Gonzaga, a Pirâmide Jackson do Pandeiro, Arraial Hilton Motta e o Centro de Arte e Cultura Popular, devidamente revestidos de cenografias que enaltecem os valores juninos e salientam as características históricas e arquitetônicas da cidade. Além disso, O Maior São João do Mundo conta ainda com a descentralização para os bairros e distritos da cidade que consolida a valorização que o nosso povo tem para com as suas tradiçoes, a exemplo do que vem ocorrendo nos distritos de Galante e São José da Mata que se tornaram outro ponto alto do evento na programação diurna.


O Maior evento junino do mundo é uma festa consolidada. A cada ano toda a cidade se prepara pra viver, durante o mês de junho, um contagiante clima de alegria. A animação da música nordestina que proporciona ainda mais beleza à festa junina é engrandecida por centenas de quadrilhas com suas belas coreografias, coloridas bandeirolas, o calor das fogueiras e as luzes que enfeitam as ruas.


E por falar em João Pessoa

Uma das menores e mais antigas capitais do Nordeste, João Pessoa tem todo o estilo de cidade do interior. Bastante arborizada, com uma orla preservada pela legislação que limita a altura dos prédios, um povo hospitaleiro, belas praias e badalação light, a cidade é contemplada ainda com serviços e infraestrutura de... capital!
Os turistas, que ainda são poucos, concentram-se nas praias urbanas de Tambaú, Manaíra e Cabo Branco, com barracas, bares e restaurantes. As paisagens mais rústicas e bonitas, entretanto, encontram-se no litoral Sul, na direção de Pernambuco. É lá que está Tambaba, o mais consagrado endereço naturista do Brasil. Já o litoral Norte é point dos surfistas. As águas não são tão claras quanto as do litoral Sul, mas formam excelentes ondas. Quem viaja com crianças deve incluir no roteiro um mergulho nas piscinas naturais de Picãozinho, transparentes e repletas de peixes coloridos.

Praia de Tambaba é a meca do naturismo no Brasil

Com um rico acervo histórico-arquitetônico, João Pessoa guarda imponentes construções barrocas datadas do século 16. A devoção, ainda nos dias de hoje, é bastante forte e representada pelo espetáculo da Paixão de Cristo que atrai fiéis e turistas na Semana Santa. O profano também tem seu lugar e atende pelos nomes de Folia de Rua e Muriçocas do Miramar, reunindo o melhor do frevo e do maracatu, durante o pré-Carnaval. O forró marca presença nas festas juninas, em homenagem a São João.
Um dos cartões-postais da cidade, o Farol do Cabo Branco sinaliza que João Pessoa é o ponto oriental extremo das Américas – em suas praias, o sol nasce primeiro. Embora emoldurada por uma bela orla, a cozinha da capital não se limita aos de frutos do mar. Porreta mesmo são as receitas do sertão, à base de carne-de-sol e de bode, macaxeira, arroz de leite, feijão-de-corda e manteiga de garrafa. Para a sobremesa, dá-lhe rapadura!
Praia do Jacaré: Pôr-do-sol tem música clássica e bela moldura - Foto: Setur João Pessoa


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Relacionamento e Parcerias

Achei super legal essa matéria e decidi compartilhar com vocês:
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Flávio Gikovate: "A paixão corresponde à aproximação de pessoas mais parecidas"
Para o especialista, escolhas amorosas conscientes e com o uso da razão são as que mais têm chances de serem bem sucedias.

O psiquiatra Flávio Gikovate se inspirou no filósofo alemão Nietzsche para escrever sua obra contundente, ´O Mal e o Bem e Mais Além´, na qual ele revela que a raiz dos relacionamentos entre generosos e egoístas está na vaidade. Estudioso antigo dos relacionamentos humanos, ele se debruçou durante anos na pesquisa da sexualidade, com um olhar especial para a relação amorosa entre pares, maior enlevo e sofrimento entre seus pacientes.

Na revisão de ´Uma Nova Visão do Amor´ (MG Editores), em sua quinta edição, ele continua a falar suas verdades. Estas, se por um lado, promovem certo alento para alguns, para outros - que tomam o sofrimento como um vício e não se cansam de rimar amor com dor - trata-se de um banho de água fria. Isso porque, a seu ver, as escolhas amorosas devem ser realizadas de forma mais consciente possível e não no afã das emoções mais inconscientes. Abaixo, a entrevista que o Viva fez por e-mail com o psicoterapeuta e escritor.

Há muitos anos o senhor tem abordado a temática do relacionamento homem e mulher em suas obras. Por que essa ênfase?

No início de minha carreira como psicoterapeuta, nos anos 1960, me dedicava mais às questões sexuais. Elas desembocaram, segundo minhas observações, na dinâmica das relações amorosas. A partir de 1975, esse tema passou a ser predominante em meus trabalhos (o que não significou negligência em relação aos problemas sexuais). Avancei muito também nas reflexões de caráter moral, entre outros temas, que derivaram de minhas observações clínicas.

´Uma Nova Visão do Amor´ está na quinta edição. O que foi observado e revisto pelo senhor nesta últimas duas décadas nos relacionamentos?

Os princípios fundamentais se alteraram um pouco. Avanços foram feitos nos detalhes, aprimorando inclusive a comunicação. Há cerca de 30 anos, venho defendendo a idéia de que as afinidades devem predominar sobre as diferenças nas escolhas dos parceiros sentimentais. Defendo que o processo seja também racional e não apenas encantamento sentimental ou erótico. Defendo cada vez mais a construção da individualidade como pré-condição para bons relacionamentos interpessoais mais respeitosos e menos possessivos. E, cada vez mais, penso que as concessões devem ser substituídas pelo respeito ao modo de ser e aos gostos de cada um dos parceiros.

O senhor diz que um bom relacionamento a dois deve ter como base a amizade. Como mudar a crença de que o clima para o romance se dá em área de maior atrito e conflito?

As pessoas acham que o encantamento amoroso deve acontecer entre opostos: um extrovertido e o outro mais quieto, por exemplo. Porém, nas amizades predominam as afinidades e o cotidiano dos que são mais parecidos é muito mais fácil. Além disso, as pessoas acham que amigos não sentem desejo sexual uns pelos outros, ao contrário dos opostos (um mais para cafajeste e o outro mais para o bonzinho, por exemplo) onde o sexo flui mais fácil. É até certo ponto verdadeiro, mas o preço a pagar é muito mais alto. Com o entendimento de que sexo e amor não são a mesma coisa, é totalmente possível criar um clima erótico, mais vulgar, na hora da intimidade física dos que se amam de verdade e que são amigos em todas as horas.

Que tipos de mudanças o senhor vem observando neste momento entre os novos casais que estão se formando e que poderia nos relatar?

Até agora, as mudanças são muito poucas. As pessoas ainda falam em ´almas gêmeas´ mas, na hora de se casarem, acabam ficando com parceiros bem diferentes. Acho que as grandes mudanças que aconteceram dizem respeito à independência sexual, emocional e financeira das mulheres. Aos poucos, acredito sim que isso tenderá a interferir nos novos relacionamentos.

Muitas mulheres têm optado por viverem sozinhas ou em uniões mais tardias. A que o senhor credita esse tipo de escolha? Em sua opinião, é possível manter a individualidade em um relacionamento a dois? O que costuma sugerir às pessoas?

A opção pela vida sozinha está, de fato, crescendo. Tem a ver justamente com a independência material das mulheres e com as facilidades crescentes da vida dos solteiros: não são discriminados, têm vida sexual, exercem qualquer tipo de atividade social e política, etc. É importante que se esclareça que a individualidade, muito bem construída, sempre sofre abalos no início dos relacionamentos amorosos. No entanto, com o passar dos meses, ela se apruma e as pessoas recuperam sua identidade (quando ela existe, de fato).

As mulheres mudaram realmente ou se fecharam mais para os homens? Isso não dificulta o próprio crescimento do homem e, também, complica mudar antigos paradigmas?

As mudanças femininas são um fato. Hoje em dia existem mais mulheres nas universidades do que homens e, sendo verdade que os que estudam ganham mais, é provável que em poucas décadas a média de salário feminino seja superior ao masculino. É claro que elas irão se tornar mais exigentes e discriminadas e, também, que será maior o número das que não terão interesse tão grande quanto tinham em se casar. Penso que os homens terão que se adaptar, por exemplo, ao fato de terem parceiras mais bem sucedidas profissionalmente, sendo que isso hoje em dia ainda é muito difícil de ser aceito por eles. Porém, as mudanças de paradigma tardam mas acabam acontecendo!

A mulher trata o homem como a um filho. É possível, em um relacionamento de anos, mudar essa referência parental para a amizade e parceria amorosa?

A forma feminina tradicional de ´paparicar´ os homens foi sempre maternal, mesmo quando não têm filhos e também depois que eles saem de casa. Ainda hoje cuidam da comida, da roupa deles, tratam de servi-los à mesa, etc. A forma masculina, tradicional de ´paparicar´ as mulheres também sempre foi paternal, isso desde o início dos relacionamentos: cuidam dos carros, fazem certos consertos domésticos pesados, protegem contra baratas, ladrões e outros homens, etc. Isso não atrapalha em nada e corresponde apenas a agrados que são muito gratificantes.

Onde fica a paixão com todas essas mudanças?

A paixão corresponde à aproximação de pessoas mais parecidas e que não estão prontas para a intensidade sentimental, a qual se estabelece quando as afinidades predominam. Assim, a paixão é o início das boas relações que defendo. Paixão é igual a amor de boa qualidade mais medo (paixão=amor+medo). O medo, por sua vez, está relacionado com a perda da individualidade e também com a felicidade. A felicidade parece, dentro de nós, atrair tragédias, de modo que tendemos a fugir dela (ao menos, quando é muito intensa). Assim, a grande maioria das pessoas que se apaixona, foge do parceiro amado atribuindo a fuga a fatores objetivos (filhos, distância geográfica, etc). Quando a verdadeira causa é o medo interno relacionado com a perda temporária da individualidade e o medo da felicidade.

Como o senhor tem observado o apaixonar-se hoje? Mudou muito nesta era virtual?

Os casais que não fogem, como dito acima, vivem em concórdia até que a morte os separe. O caminho que defendo, que desemboca no amor de boa qualidade e que chamo de +Amor, começa justamente com a paixão e com a coragem dos amantes de ficarem juntos ao invés de se afastarem por motivos menos relevantes. Amor que surge na internet é igual ao que acontece na vida real. É um caminho como outro para se conhecer pessoas.

O senhor esclarece, em sua obra ´O Mal e o Bem e Mais Além´, como as relações continuam a se tornar destrutivas por conta da vaidade. Ambos - tanto os ditos ´generosos´ como os ´egoístas - não têm qualquer percepção do que está na raiz de seus conflitos. E que se atraem devido à imaturidade de ambos. Nas sociedades modernas, individualistas e ególatras, como solucionar a questão da vaidade?

A vaidade faz parte do nosso instinto sexual, de modo que não há solução fácil para a questão. Talvez, a consciência desse prazer exibicionista hipertrofiado pela sociedade contemporânea, louvadora das aparências, possa ajudar cada um de nós a minimizar a influência desse ingrediente sobre nossos comportamentos. O ideal é que tomássemos decisões acerca de nossa vida, sem sofrermos grande interferência da vaidade. Ela viria a participar do processo depois, fazendo com que nos orgulhemos da forma de viver que escolhemos racionalmente e de uma maneira mais livre desse sentimento. Quanto ao individualismo, não tenho visão negativa desse aspecto: acho que é o que irá levar justamente ao fim dessa dualidade egoísta-generoso, mal e bem, que tem nos acompanhado desde o início dos tempos. Pessoas mais individualistas irão dar na mesma medida e não aceitarão as posturas, digamos, generosas. Acabando a generosidade, automaticamente acabamos com o egoísmo. Sim, porque esse último se alimenta da doação excessiva e indevida, de modo que os egoístas não terão mais a quem parasitar.

O senhor afirma que as relações afetivas passam por profundas transformações. Consegue enxergar uma luz no fim do túnel? Já podemos antever um tipo ou tipos de relacionamentos específicos - alguma forma mais positiva e saudável de se relacionar?

Conforme afirmei acima, vislumbro, sim, e vejo crescer, ainda que lentamente, o número de pessoas que buscam parceiros afins, com os quais se estabelecem relacionamentos de companheirismo, lealdade e confiança recíproca (exatamente como nas amizades sinceras). A isso, claro, é necessário agregar o elemento erótico e, também, algumas propriedades difíceis de serem definidas e que correspondem a fatores inespecíficos (timbre de voz, sorriso, modo, modo de andar, etc.) que despertam o encantamento de cada um de nós. Relações desse tipo são estáveis, duradouras e correspondem ao que chamo de +Amor. Isto é, creio que este seja o único tipo de relacionamento capaz de sobreviver a um mundo em que cada vez é mais interessante ficar sozinho. ROSE MARY BEZERRA (Redatora)

LIVRO
"Uma nova visão do amor - Quinta edição revista"
Flávio Gikovate
R$ 47,00
MG EDITORES


terça-feira, 7 de julho de 2009

O Drama e a Comédia


Amigos...depois de ter pensando por qual tatuagem trocaria a minha velha boca mordendo uma rosa (feita um tempinho atrás), consegui encontrar o desenho, ou o tema que mexe e traduz um pouco a vida de todos nós: O Drama e a Comédia! É muito engraçado, pois quando estou nos lugares algumas pessoas me indagam se faço teatro, ou coisa parecida; não que não goste, mais não foi bem essa a intenção da escolha do tema. Sempre achamos que nos falta algo que nos faça feliz; nunca estamos satisfeitos por completo, penso sempre que a felicidade caminha lado a lado com a tristeza, sentimentos tão avessos e tão complexos!!!

LIVRO PAPO VERÍDICO (Lú Fontenele)

Oi amigos...gostaria de convidá-los para o lançamento do livro do meu cunhado Elúsio, chamado Papo Verídico, que acontecerá no dia 15/7 às 18h na Livraria Lua Nova na Av. 13 de Maio, Nº 2861 - Bairro de Fátima. E por falar do Lú: começei a ler o prefácio do livro e me apaixonei de cara, quanto mais eu lia, mais tinha vontade de embarcar nessa viagem de humor, atropelos e da difícil arte de se adaptar em uma grande cidade como Sampa; cheia de encatamentos e mistérios; e que me fez rever a 1a. impressão de quando lá estive, obrigada Lú! Como se diz por aqui: achei arretado! O cabra é bom nas escritas (kkkkkk)!!!! Já é Sucesso!!!
Faço valer as palavras do meu sábio escritor e por quem sou extramente fã de carteirinha..Edson Freitas (Tostão): Adorei Dri, muito legal mesmo. Pela primeira crônica já virei fã do maluco.
Mas, literariamente falando, a bem da verdade a prosódia dele é hilária, segura, cativante e sem muita frescura, ou seja, literatura pra consumo imediato: sem salamaleques, ora mais.
Zoado total!
Convido vocês para uma visita ao Blog do Lú:
http://papoveridico.blogspot.com/

Capa do Livro: Escritor (Lú)

A imagem “https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_1wlz3pjKLRYbTlC3WG0QP_ejcLJ6Lh3Vjbn9JrF73RS3wEcIVIeOMFnjlSfCogFumCN3hxYu2d5e3zLmaE03m7WMUDHJ3RdXDLB05zOjzDuAs7rLYqxsn-HNyQb1Wn_YPfYHADCjWs4/s220/elusio.jpg” contém erros e não pode ser exibida. [DSCF1762.JPG]



segunda-feira, 6 de julho de 2009

Shows no Ceará

















Sabe amigos ...amo música e gostaria de compartilhar com vocês fotos de shows super legais que já aconteceram aqui em Fortaleza (Terra da Luz). Esse calor humano é uma característica muito marcante da terrinha. As pessoas se doam, vocês não fazem idéia da amizade de um cearense!!! Olha só eu aqui defendendo o meu Ceará!!! Somos cabeças chatas e corações dilatados (kkkk)!!!

Vida Minha....

E por falar em vida minha....sou uma pessoa extremamente sensível, amável, amiga! Viro bicho quando querem me fazer de tola, afinal, tenho que fazer jús ao meu signo: Escorpião (quem me escuta falar assim, pensa que sou essa fera mesmo..kkkk)! Amo minha família, valorizo meus poucos amigos, mais simplesmente verdadeiros e espero contribuir de alguma forma com algumas dicas sobre coisas que adoro fazer, tipo: escrever, viajar, fazer amigos, cozinhar, etc......essa sou eu: Adri, Drica, Dri ou mesmo Adriana para muitos!
Meu poeta predileto é Mário Quintana e uma das suas frases preferidas e que me toca muito é a seguinte: "O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente."